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" ... absolutamente certo!!!..."  

 
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J. Silvestre




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TELEVISÃO
J. Silvestre

ESTÁ DE VOLTA. AGORA, PARA FAZER O QUE QUER (E NÃO O QUE A MÁQUINA MANDA). 
E QUANDO ELE DIZ QUE VOLTA PARA FAZER O QUE QUER, OUÇA-SE QUE SEU NOVO PROGRAMA DE ENTREVISTAS NÃO TEM NADA A VER COM O PASSADO. 
QUANDO PRÊMIOS E CARNÊS AINDA ERAM NOTÍCIA


Nos velhos tempos em que, na rua, era tempo de autógrafos e, na tevê, era hora de prêmios.


O maior perguntador da televisão, desde os tempos do velho O Céu é o Limite, precursor do novo 8 ou 800.
Marcas registradas: o sorriso largo, a elegância de gestos, a mobilidade plena em cena.
- Como você define a sua evolução na tevê? 
"Posso reiterar que volto para fazer o que quero. Sou um homem, de certa forma, financeiramente independente. Quero dizer, no caso, que não dependo da máquina da televisão. Não voltei antes justamente porque as ofertas que recebi não mais tinham sentido na medida em que eu havia amadurecido para um novo passo."

- Como é o homem J. Silvestre fora da televisão? 
"O de sempre, ligado à família, que absolutamente não é envolvida no jogo do profissional. Todos sabem que jamais permiti esse envolvimento, mesmo quando companheiros da imprensa, do rádio e da televisão solicitaram uma participação deste tipo. Digo que em geral sou o mesmo, depois de três anos e meio porque não se alteraram, basicamente, as minhas concepções do mundo. Pretendo ser um indivíduo ligado as minhas concepções humanistas, que tenha sensibilidade, e também descubra o humano que é a essência em todos os semelhantes. Isto é bastante lírico, mas eu admito o meu lirismo. E acredito que, como expressão do sentimento individual, ele não pode morrer jamais."

- Como você encara o veículo televisão? 
"Na minha opinião, toda televisão deve ser educativa. Segundo minha observação, é o que acontece nos Estados Unidos. Pelo menos dentro daquilo que tive oportunidade de acompanhar nos canais americanos, em vários estados, esse objetivo é alcançado. Os grandes programas -- é evidente que eu falo num sentido geral, admitindo exceções -- passam as informações de modo a que o receptor aprenda conceitos educacionais. Há geração de consciência crítica. Se assim me manifesto, é para responder à pergunta a propósito do veículo, isto é, creio que ele é, fundamentalmente, um transmissor de informações que, divertindo, dedicado ao entretenimento, deve ser disposto como um instrumento educacional na sua essência. É claro que há muitos conflitos, especialmente quando se tem em mira a televisão comercial. Mas a própria concessão dos canais de televisão, pelo poder público, é uma advertência no sentido de que o veículo deve ser usado em favor da sociedade, como uma complementação cultural." ...

-Esquecido, então o absolutamente certo, como bordão de J. Silvestre?
""Criam-se, simplesmente, novos bordões. E aí mesmo está um deles: a palavra simplesmente. Se alguém do povo quer perguntar, simplesmente pergunta. Aí  está um programa, uma concepção. Inquirir, simplesmente; divertir, simplesmente; ouvir, simplesmente; ver, simplesmente. E assim simplesmente informar; e muito mais importante que um bordão, simplesmente acreditar que se tem vez e hora na tevê brasileira para falar da nossa gente, das nossas coisas, do nosso país, com dignidade." 

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Brasília, 2 de Janeiro de 1977  
No. 802 -- Ano XVI  
(48) Jota Silvestre  
Sorriso, câmaras, ação...ele está de volta  
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